terça-feira, 2 de novembro de 2010

Henri Cartier-Bresson


Foi-nos proposto a pesquisa de vinte imagens, entre grupos de dois elementos (eu e a Catarina Pereira), e a cada imagem foi dado um número de 1 a 5. Tinha-mos de escolher duas imagens que continham o número 5, depois trocamos uma foto entra as duas e tive-mos de comentar a imagem da parceira mais a imagem escolhida por mim. Esta fotografia foi escolhida por mim devido a sua composição e por me parecer uma imagem cómica, que me suscitou interesse.

     Gare de Saint Lazare, 1932,  Henri Cartier-Bresson

Henri Cartier-Bresson. Este fotógrafo é considerado um dos percussores do fotojornalismo. Viveu bastante para acompanhar as mudanças tecnológicas no mundo da fotografia, 95 anos. Para este grande mestre havia uma certeza: fotografia é o momento certo.
“A Justaposição exprime a interação de estímulos visuais, colocando, como faz, duas sugestões lado a lado e ativando a comparação das relações que se estabelecem entre elas”
Bresson trabalhava com fotografia e era reconhecido pela qualidade de suas composições muito antes do Photoshop, das câmaras digitais, dos computadores - não que eu esteja menosprezando os avanços tecnológicos, muito pelo contrário, analógicos e digitais possuem qualidades, dificuldades e características distintas – mas saber esperar, escolher, conhecer a luz, os estilos de composição imagética, ver além do óbvio, estar atento ao inesperado, são características essenciais a qualquer  fotógrafo.
A foto acima demonstra a preocupação com a simetria, o ângulo, princípio dos terços, moldura, além da inclusão de formas geométricas como rectângulos e triângulos para compor o quadro. Conhecimentos de um artista que iniciou seus estudos na pintura.
Bresson não aprovava as montagens fotojornalistas ou a mistura da publicidade com o jornalismo. Acreditava que o fotojornalismo precisa ser uma comunicação entre os homens. O interesse não estava na fotografia em si, mas nas possibilidades de histórias que ela pode contar.

Ivaldo Cavalcante

                                                          Escolha de: Catarina Pereira

                                              05-04-2010 - Luciano - Foto de Ivaldo Cavalcante

Quantos de nós, diariamente, no nosso mundo, que chamamos de jardim-de-infância, enfrentamos o desafio de trabalharmos com crianças "difíceis"? Crianças que nos desafiam, que "mexem com o nosso interior", que nos fazem chorar e que nos fazem sentir incapazes e inúteis...
O fotografo é do Brasil, e "que tem um trabalho maravilhoso sobre os negros e suas origens, tanto na África como no Brasil" "Sua tónica de trabalho prima pela humildade, sempre sabendo de tudo, sempre disposto a ouvir mais uma vez e sempre se admirando, como se ouvisse tudo aquilo pela primeira vez, tal como uma criança." " Trabalho do repórter-fotográfico Ivaldo Cavalcante é a silhueta do conhecimento anónimo, que só será analisado depois de percorrer os caminhos da sociologia, o mais puro estudo do sentimento humano." "As suas fotos são uma junção dos conceitos políticos, geográficos, sociais e económicos sempre denunciando à sociedade fatos reais, mas que se encaixam perfeitamente na sua concepção do belo e bonito e espelham toda a sua pureza interior." Esta fotografia foi escolhida pela aluna Catarina Pereira e foi uma excelente escolha, pois esta imagem mexe com o interior. O ambiente é triste, de pobreza, com a imagem dos dias de hoje de mais de metade da população do mundo, a pobreza. A perspectiva que o autor Ivaldo captou nesta imagem foi magnífica, pois captou o ambiente em que se encontrava a criança. Esta imagem captou, no geral, a vida que a maioria das crianças tem, o ambiente e pobreza em que se encontram. Definitivamente, é uma imagem que relata o mundo de hoje em dia em muitos cantos do mundo. Não havia muita informação sobre esta imagem, mas fiz o meu melhor.

Um por todos e todos por um

Foi-nos proposta a elaboração de uma tipografia com a frase "um por todos e todos por um".



Neste trabalho tipogràfico optei por utilizar as cores: vermelho (vários tons do mesmo) e preto sobre fundo branco devido aos seus tons contrastantes. comecei por fazer uma "explosão" de letras e os tons a utilizar, depois inicialmente, comecei por fazer uma composição que não resultava muito bem, mas depois resolvi modificar até ficar assim. Utilizei estas cores, pois demonstram força e resultam bem juntas. Acho que resultou bem a "explosão" de letras, mas não estou muito satisfeita com o resultado final, poderia ficar melhor, se tivesse mais conhecimentos de photoshop.


"8 e meio"


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Fonte: Art Nouveau Caps

Na aula de OMB ( multimédia) foi-nos proposta a pesquisa de três fontes a nosso gosto no site http://www.dafont.com/.
Escolhi três fontes completamente diferentes umas das outras.

"Art nouveau", como o próprio nome designa: Arte Nova, um dos motivos da minha escolha, pois é uma fonte que me saltou a vista devido a sua composição e também por não ter a distinção entre letras maiúsculas e letras minusculas, é tudo maiúsculas. É uma fonte que não tem boa visão, não facilita muito a leitura. Usaria esta fonte em cartazes, títulos sobretudo.

Fonte: Post-it Penscript

De muitas fontes que achei interessante, escolhi esta, pois tem uma boa composição gráfica que facilita a leitura. Esta fonte relembra-me, por vezes, a letra da primaria feita á mão, devido algumas letras serem parecidas com a letra primária, mas já com algumas modificações gráficas parecidas com as letras de livros. É uma fonte simples e de fácil compreenção, muitas das qualidades que me levou a escolher tal fonte.

Fonte: Olho de boi







Escolhi esta fonte devido à sua composição e formas que me fazem lembrar as letras de cartas antigas escritas com caneta de aparo e tinta. Achei muito interessante, mesmo não tendo uma boa composição gráfica, podendo até dificultar um pouco a leitura.